Convidados

violino

Vindo de uma família de músicos, Bogdan Hudzelaits, aluno de Irina Glibka no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, estuda violino com o professor Igor Jouk no curso de extensão da Universidade Estadual do Amazonas onde iniciou suas atividades como músico de câmara. Participou do projeto “Música na Estrada”, tocando em várias capitais do Norte e Centro-Oeste brasileiro, tanto em conjuntos de câmara como sinfônicos. Mas foi durante o Festival de Inverno de Campos do Jordão que obteve importantes experiências de prática em conjunto. Conquistou prêmios ao redor do Brasil como durante o 15º Concurso Nacional de Cordas “Paulo Bosísio” e o Concurso “Jovens Solistas” da Osesp, além de atuar como solista com várias orquestras amazonenses. Atualmente exerce a função de 1º violino na Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica.

violino

Felipe iniciou seus estudos aos 12 anos de idade no Seminário Batista Regular da Amazônia, com a professora Joquebede Monteiro. Aos 13, estudou no Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro com o Professor Rani Melo, e posteriormente com a professora Elena Koynova. Participou da Orquestra Camerata Amazônica, e 2 anos depois, foi aprovado na Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica, onde atua até hoje como Concertino. Foi aprovado para o segmento avançado no Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC) no início de 2018. E foi contemplado com o 1o Lugar no concurso de Violino STELA MOTA em 2017. Atualmente é aluno do professor Igor Jouk, na Universidade do Estado do Amazonas.

piano

Nasceu na cidade de Baku (Azerbaijão – URSS). Começou os seus estudos aos 6 anos de idade. Formada no Conservatório Estatal de Rimsky-Korsakov (São-Petesburgo – Rússia) no curso de Musicologia, onde desde 1990 continuou no Departamento  de Teoria musical   como professora de solfejo, teoria, harmonia e metodologia de ensino.

Em setembro de 1999, mudou-se para o Brasil e começou trabalhar como pianista da Orquestra Amazonas Filarmônica. Foi pianista-preparadora dos vários espetáculos dos IV-XV  Festivais Amazonas de Ópera.

Desde 2003 atua como professora de piano, redução de partituras, teoria e percepção musical na Universidade do Estado do Amazonas.

piano

Natural de Mogi das Cruzes, Renan Branco iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade. Em 2014, formou-se bacharel em piano erudito, com nota máxima, na Escola de Comunicações e Artes (Eca) da USP, sob orientação de Ricardo Ballestero. Desde então, tem trabalhado intensamente como solista, camerista e pianista correpetidor. Participou de festivais como o Femusc, em Jaraguá do Sul (SC), Mudica nos Pampas em Bagé (RS), e Música nas Montanhas em Poços de Caldas (MG), onde foi premiado com bolsa de estudos para a École Normale de Musique de Paris, em 2015. Neste mesmo ano ingressou na Orquestra do Theatro São Pedro, em São Paulo, onde também atuou como pianista preparador nas óperas. Em 2016, a convite do maestro Luiz Fernando Malheiro tocou no Teatro Amazonas como solista, com a Amazonas Filarmônica.

violino

Natural de Plovdiv, Bulgária. Formada pela Escola Nacional de Música de Plovdiv e Academia Musical Nacional de Sofia, onde obteve bacharelado e mestrado em violino. Doutora em Música, Práticas Interpretativas pelo Programa de Pós-Graduação em Música-UFRGS, Porto Alegre, Brasil. Integrou diversas orquestras na Bulgária e no Brasil, entre elas: Sinfônica Hascovo, Filarmônica Vidin, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e Amazonas Filarmônica (AF). Exerceu o cargo de spalla e concertino da AF. Participou como violinista nos festivais: Amazonas de Ópera em Manaus, Festival do Teatro de Paz em Belém, Festival de Canção de Itaquatiara (FECANI), Festival Folclórico de Parintins. Atuou como solista da Filarmônica Plovdiv-Bulgária, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto-SP, Amazonas Filarmônica e Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA).  Lecionou na Sociedade Litero-Musical, Ribeirão Preto- SP, Centro de Artes da Universidade do Amazonas, Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, Manaus e  na Universidade do Estado do Amazonas. Desde 2010 integra o corpo docente do Curso de Música da Faculdade de Artes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Participou em espetáculos e gravações de CDs e DVDs de música popular: grupo Raízes Caboclas, Tiago de Mello, Arlindo Junior, Boi-Bumbá Garantido, projeto Pela Margem entre outros.  Foi membro fundador do quarteto Violinata com qual atuou no período 1998-2002. Realizou o projeto História da Sonata (2007-2013), uma série de concertos camerísticos dedicados a popularização do gênero sonata. Como pesquisadora direciona seu trabalho aos assuntos da vida musical na região do Amazonas. Em 2013, o projeto do seu equipe foi premiado pela FUNARTE, Prêmio de Música Brasileira,  que resultou em publicação  do livro e CD “Seu Dídico, um Mestre do Beiradão” em 2015.  Sua tese de doutorado, defendida em janeiro, 2018, trata sobre a presença dos músicos búlgaros na vida musical de Manaus. Em 2016, recebe pela Academia Amazonense de Letras a Medalha do Mérito Cultural Péricles Moraes 2016, categoria Artes.

violoncelo

Natural da Itália, diplomou-se em Violoncelo no Conservatório “G. Rossini” de Pesaro em 1992 sob a direção do M.º Walter Di Stefano, tendo-se aperfeiçoado mais tarde com o M.º Antal Tichy, Rocco Filippini, Marianne Chen e Enrico Dindo.

Em 2002, Graduou-se na Escola Superior de Música de Lisboa, na disciplina de Violoncelo com a professora Clélia Vital e é Doutor em Música e Musicologia pela Universidade de Évora (2013) com uma tese sobre o uso e repertório do violoncelo a 5 cordas nos séc. XVII e XVIII sob a orientação do Prof. Dr. Benoit Gibson e do Prof. Dr. Marc Vansheeuwijck.

Colaborou com várias orquestras italianas com as quais fez numerosas tournées na Itália e no estrangeiro: “Orchestra Sinfonica delle Marche”, “Orchestra da Camera di Ancona”, “Orchestra Spontini citta di Matelica”. Com esta última executou como solista o Concerto em Sib Maior de L. Boccherini. Desde julho 1995 até 2004, colabora com a Orquestra Filarmónica Marchigiana (diretor artístico M.º Gustav Kuhn) com a qual participou em festivais importantes tais como “Macerata Opera” (nas edições 1997-98-99-00-03-04), Festival de Richard Strauss em Garmish–Partenkirchen (1999) na Alemanha e “Snow & Symphony” de S. Moritz (Suíça) em 1998-1999.

A partir de fevereiro 1996, trabalha com a Orquestra Sinfónica “Giuseppe Verdi” de Milão (diretor artístico M.º Riccardo Chailly) colaborando também numa produção do “Ballet do Teatro alla Scala”.

Entre setembro 2000 e agosto 2001, integra a Orquestra Sinfónica da Madeira. Desde dezembro de 2001 até 2008, colabora com a Orquestra Gulbenkian de Lisboa. Desde abril de 2004 até 2013, colabora com a Orquestra do Algarve. Atualmente integra a Amazonas Filarmônica (Brasil).

Integrou várias formações camerísticas (trio, quarteto, quinteto) e com o “Trio Mellolin” foi laureado com o 2º Prémio no Concurso Nacional de Locorotondo (Bari – Itália) em 1992. Para o violoncelo barroco, frequentou os cursos de música antiga de Tomar (Portugal) no ano 2003 e 2008 com o Mº Rainer Zipperling e o curso de música antiga de Urbino (Itália) em 2005 com o Mº Alain Gervreau. Frequentou ainda Masterclasses com Christophe Coin e Vittorio Ghielmi. Exibiu-se em vários agrupamentos entre os quais a orquestra barroca “il Divino Sospiro” de Lisboa e os agrupamentos “La nave Va” e “Insieme Barocco”. Atualmente integra a Orquestra Barroca do Amazonas com a qual realizou várias tournées pelo Brasil e em Portugal tendo gravado 4 CDs. Num deles gravou um concerto inédito para violoncelo e cordas de António Policarpo. Em 2015 foi convidado como professor e como palestrante no 26º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (MG).

De 2002 a 2013 é Professor de violoncelo no Instituto Gregoriano de Lisboa. Desde janeiro de 2014 é Professor Adjunto no Curso de Música da Universidade do Estado do Amazonas integrando também o Programa de Pós-graduação em Letras e Artes.

clarinete

Graduado e pós-graduado pela Academia de Música da Bielorússia. Vencedor de concursos internacionais em Kharkov (Ucrânia, 1991) e Minsk (Bielorússia, 1994). Foi solista da Orquestra de Rádio e TV da Bielorússia, Orquestra Concertante Estatal e do Octeto de Sopros da Bielorússia. Como solista e integrante da orquestra atuou na França, Alemanha, Polônia, Tchecoslováquia, Inglaterra e Suíça. Em 1997, foi aprovado em concurso para Amazonas Filarmônica onde desde 1998 é solista e chefe de naipe. Em 2008, participou com Quarteto de Sopros do Amazonas no projeto do SESC “Sonora Brasil” apresentando as obras de música de câmara do H. Villa-Lobos em cerca de 70 cidades dos 22 estados do Brasil. Em outubro e novembro de 2014, participou como professor palestrante e solista convidado no projeto Música na Estrada. Professor efetivo da Universidade do Estado do Amazonas. Foi coordenador do Curso de Música no período entre 2012 e 2017.

piano

Filipe Alexandrino é mestre em Piano Performance pela universidade da Dakota do Norte nos Estados Unidos (2016-2018), onde estudou com o Dr. Nariaki Sugiura. Durante o mestrado, Filipe trabalhou acompanhando diversos cantores e instrumentistas como parte do seu trabalho como assistente, além de ter sido convidado para a fraternidade Pi Kappa Lambda devido a suas conquistas acadêmicas durante o curso.

Alexandrino cursou o bacharelado em Música-Piano na Universidade do Estado do Amazonas. Durante a graduação estudou com Halina Kuushynchycava, Vanessa Monteiro e Fábio Ventura, com o qual estudou até se graduar em Dezembro de 2015.

Além disso, nos últimos anos, Filipe tem participado de várias masterclasses ministradas por músicos renomados, tais como: Keith Teepen, Antônio Bezzan, Paulo Álvares, Valentina Diaz Frenot, Ney Fialkow, Mihaela Tomi, Laura Lowen, Geraldine Ong e Heidi Williams.

viola

Natural de Brasília, Débora começou a estudar viola aos 12 anos com a professora Glêsse Collet na Escola de Música de Brasília. Desde 2008 vive em Manaus, onde é integrante da Orquestra Amazonas Filarmônica e professora de viola e violino do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro e Centro Suzuki Amazonas.

Em 2015, teve seu primeiro contato com a metodologia Suzuki através do Coursera dentro do curso “Ensinando Violino e Viola: Criando bases sólidas”. Percebendo muitas semelhanças entre suas convicções pessoais e o método Suzuki, em 2016 iniciou seu treinamento e capacitação no método, onde já realizou o curso “Filosofia Suzuki” em Chapecó-SC, “Violino/Viola-Livro 1” e “SECE” (Suzuki Early Childhood Education), ambos em Beaver Creek, Colorado, EUA.

Pensa a música como ferramenta de educação e desenvolvimento.

Através do NASTA (Núcleo de Amparo Social Tomás de Aquino) desenvolve trabalho voluntário dando aulas de música para crianças da comunidade Sucupira, no bairro Nossa Senhora das Graças, em Manaus.

oboé

Natural da Alemanha, a oboísta Judith Simon se formou na Escola Superior de Música de Colônia (Alemanha) com o Prof. Christian Schneider. Em seguida, aprofundou seus estudos com o Prof. Maurice Bourgue na Escola Superior de Música de Genebra (Suíça), onde teve seu diploma de concerto e diploma de pós-graduação. Durante seus estudos universitários, foi estagiária na Orquestra Filarmônica do Teatro de Colônia (Gürzenich-Orchester) e teve o posto de oboé co-principal na Orquestra do Teatro de Würzburg (Mainfranken-Theater), na Alemanha. Como solista e camerista, tocou em salas de concerto como a Victoria Hall (Genebra), a Philharmonia (Colônia), a Sala Beethoven (Bonn) e o Teatro Amazonas (Manaus). Desde 2012, é oboísta principal na orquestra Amazonas Filarmônica.

violoncelo

Iniciou seus estudos aos cinco anos de idade na Escola Musical da Cidade Russe (Bulgária), estudou com Alexandra Elenkova no Colégio Musical Vesselin Stoyanov e com Bogomil Karakonoff na Universidade Nacional de Música Pancho Vladiquerov de Sófia (Bulgária). Integrou a New Symphony Orchestra da Bulgária, Sofia Philharmonic Orchestra, Chamber Lady Orchestra, Festival Sofia Orchestra, Color Line – Norway, e recentemente atua na Orquestra da UEA e na Amazonas Filarmônica.

piano

Advogada, assídua frequentadora do Teatro Amazonas que ganhou 1o Lugar no Concurso de piano “Maria Izabel Desterro e Silva” em 2017 pela categoria a partir de 16 anos.

trombone/compositor

Hugo Pinheiro é Bacharel em Trombone pela Universidade de São Paulo-USP, onde estudou com Wagner Polistschuk, e Mestre em Performance Orquestral pela Hochschule für Musik und Theater de Zurique (Suíça), onde estudou com Stanley Clark (Orquestra Sinfônica de Berna).

É compositor, e suas obras tem sido tocadas e gravadas no Brasil e nos EUA.

É formado em Regência pela Universidade do Estado do Amazonas, e desenvolve intenso trabalho de educação musical, no Coral Infantil do Liceu Cláudio Santoro, onde atuou por 10 anos, e atualmente como pianista e maestro assistente do Coral Infantil da Fundação Glomam.

É monitor de trombone na Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica. Desde 2003, é membro da Orquestra Amazonas Filarmônica, e desde 2004, é o chefe de naipe de trombones.

regente

Graduado em piano, composição e regência pela UNESP, Marcelo de Jesus é um dos mais atuantes regentes brasileiros. Estudou regência com Juan Serrano, Lutero Rodrigues, Ronaldo Bologna e Karl Martin; composição com H.J. Kollreuter e Edmundo Villani-Côrtes; piano com Pietro Maranca, Homero Magalhães e na Itália com Carmella Pistillo (Academia Santa Cecília – Roma).

Após anos de atuação como pianista e maestro assistente de alguns dos mais renomados maestros do Brasil, dentre eles Isaac Karabtchevsky, Jamil Maluf e Abel Rocha, assumiu a convite do maestro Luiz Fernando Malheiro o posto de diretor artístico adjunto do Festival Amazonas de Ópera. Desta parceria em mais de 15 anos, integram-se ao seu repertório inúmeras récitas de óperas e concertos e seus mais diversos compositores, com vários destaques para estreias de novas e antigas obras, como “Poranduba” (E.Villani-Côrtes) e “Yerma” (H.Villa-Lobos). São notórias suas realizações da integral das Sinfonias de L.V. Beethoven, bem como as integrais dos Choros e Bachianas de H. Villa-Lobos e a primeira execução brasileira da Sinfonia de L. Berio.

Enquanto diretor artístico e regente titular da Orquestra de Câmara do Amazonas, compromete-se à execução de um amplo repertório que abrange da música barroca às diversas formas de expressões contemporâneas.

Premiado como “maestro-relação” (Revista Bravo – 2002) e “Melhor Gravação de Música Brasileira – CD ‘Velhas e Novas Cirandas – música brasileira para fagote e orquestra’” (APCA – 2010), merecem destaque suas atuações nas temporadas 2005, 2006 e 2011 de Ópera da Colômbia, e à frente da Amazonas Filarmônica, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica de Sergipe, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Sinfônica de Rosário, Milano Classica e Orquestra Sinfônica Brasileira, como maestro convidado.

Atual Diretor dos Corpos Artísticos do Amazonas, tem dividido sua atuação dentro e fora dos palcos com os diversos grupos da Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas.

cravo

Formado em cravo pela Escola Superior de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro na classe de Marcelo Fagerlande, foi selecionado como bolsista para estudar com Kristian Nyquist na Hochschule für Musik Karlsruhe, Alemanha, no curso de Instrumentos de Teclado Históricos. Tem atuação frequente junto à Orquestra de Câmara do Amazonas e Amazonas Filarmônica, e como diretor musical, músico solista e de câmara, já se apresentou com conjuntos como O Discurso Harmônico, Johann Sebastian Rio, Petrobrás Sinfônica, Orquestra Barroca da UNIRIO, Bratschissimo, e com os solistas do Centre de Musique Baroque de Versailles. Mais recentemente, realizou gravações ao lado de artistas como Katia Velletaz, Stéphanie Marie-Degand e o premiado violinista Linus Roth.

José Arcângelo Santiago Brasil (coordenador/violão), Pedro Donádio (violão), Elizabeth Piedade Barreto (voz), Samanta Ferreira da Costa (clarinete), Abraão Marques Araújo (flauta), Abenilson de Souza Fernandes (cavaquinho), Jânio de Oliveira Girão (percussão)

Grupo musical de câmara direcionado para a música popular brasileira tendo como principal estilo o choro ou chorinho. Na construção desse grupo de câmara estamos integrando docentes e sobretudo discentes, que visando a relação entre as disciplinas de instrumentos, harmonia e contraponto oferece ao aluno, mais uma oportunidade de pôr em prática suas habilidades como instrumentista, harmonizador, arranjador ou mesmo compositor e consolidando ainda mais os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Além de docentes e discentes, o grupo integra músicos amadores ou profissionais membros da comunidade da cidade de Manaus que queiram vir contribuir com sua participação. Através de um repertório a ser escolhido e com arranjos produzidos pelos participantes e ensaios do grupo, este grupo está pronto para fazer apresentações internas da UEA e externas para o público.

Claudio Abrantes (flauta, flautim), Vadim Ivanov (clarinete), Paulo Dias (trompete), Jonaci Barros (saxofone), Rodrigo Nunes (bombardino), Carlos Alexandre (sousafone), Ronalto Alves “China” (percussão), Neto Armstrong (banjo)

A Banda Manauense é um grupo formado por músicos da cidade de Manaus. Inspirada na Bandinha de Altamiro Carrilho, que nos anos de 1950-1960 tocava valsas, polcas, choros, maxixes, marchas-rancho e outros ritmos populares, fazendo grande sucesso nas rádios cariocas.

A Banda Manauense também tem sonoridade e repertório que fazem referência aos antigos ranchos carnavalescos que precederam os blocos e as escolas de samba do carnaval dos dias de hoje.

Nos anos 2017-2018, a Banda Manauense foi selecionada para representar a região norte do país no projeto do SESC Nacional “Sonora Brasil”, fazendo apresentações em mais de 100 cidades de vários estados do Brasil.

Onel Rodriguez (violino I), Elidielson Lourenço  (violino II), Jéssica Sicsú (viola), Griblas Lizama (violoncelo)

O Quarteto Ajuricaba teve seu início no dia 14 de Março de 2018. Formado por músicos da Amazonas Filarmônica, o Quarteto tem por finalidade crescer e desbravar o maravilhoso mundo da música de câmara, onde também é possível que cada músico se desenvolva individualmente.

Adonnay Júnior (violão), Carlos Jr. (Bandolim e violão), Elias Ferreira (violão),  Guilherme Munhoz (violão 7 cordas)

O Iberê Quarteto tem como propósito a disseminação da música instrumental brasileira e amazonense através da linguagem violonística. Formado na cidade de Manaus pelos músicos Adonnay Junior, Carlos Jr., Elias Ferreira e Guilherme Munhoz, o quarteto se destaca por seus concertos, por seus arranjos e transcrições. Em seu repertório, podemos ouvir músicas de grandes compositores como Ernesto Nazareth, Guinga, Sebastião Tapajós, Edson Lopes, Djavan e até compositores de outras nacionalidades como Augustin Barrios e Astor Piazzolla. Formado em abril de 2017, o grupo prioriza seu trabalho principalmente nas salas de concertos, inserindo-se assim nos principais espaços culturais da cidade de Manaus e no circuito violonístico do norte do país. No mesmo ano de formação, podemos destacar o concerto junto a programação da Orquestra de Violões do Amazonas, realizado no Teatro Amazonas. Em novembro do mesmo ano, o quarteto teve uma importante atuação no Festival Internacional de Boa Vista, sendo o único grupo a representar o Amazonas. Atualmente, o Iberê trabalha na expansão de seu repertório e na produção de seu primeiro disco, que conta com músicas populares da região norte, adaptadas e arranjadas para sua formação e para a linguagem do violão.  

Timóteo Esteves (violoncelo), Thiago Barbosa (violoncelo), Gustavo Garcez (violoncelo), Ediel Castro (contrabaixo)

Felipe Fernandes (violino I), José Jonas Jr. (violino II), Alex Teixeira (viola), Eliziel Lourenço (violoncelo)

O Quarteto Aracema é formado por jovens músicos amazonenses de orquestras e universidades da cidade de Manaus. Para esta participação no V Encontro na Selva, o quarteto reservou primeiro movimento do quarteto número 4 em dó menor op.18 de L. van Beethoven, que para muitos faz parte da primeira fase composicional do compositor.

Márcio Páscoa (flauta), Arley Riol (flauta), Gabriel Lima (viola), Glenda Souza (viola), Silvanei Correia (contrabaixo)

A Orquestra Barroca do Amazonas é um grupo musical que toca em instrumentos históricos com foco no repertório luso-brasileiro do século XVIII ao início do século XIX, incluindo compositores espanhóis e italianos que pertençam ao mesmo contexto.

OBA já viajou por dezenas de cidades brasileiras, especialmente com o espetáculo Ópera no Brasil Colonial, com o qual já fez mais de 30 concertos interpretando obras que percorreram os palcos brasileiros da segunda metade do século XVIII, especialmente a Ópera Nova do Rio de Janeiro (1778-1809) e o Teatro Régio (1809). Em março de 2015 foi lançado um CD homônimo com uma seleção de árias deste repertório.

OBA também se apresenta com certa frequência no exterior. Esteve em festivais de música na Itália (Invaghite Note, temporadas de 2012 e 2013), Almisonis Melos (temporadas de 2012 e 2013), Kalendamaya (2013), passando por cidades com Turim, Chivasso, Camogli, San Maurizio, num verdadeiro tour por igrejas românicas, renascentistas e barrocas (Basilica di Superga). OBA esteve ainda em Salamanca (Palazo Arzobispal Fonseca – Auditorio Juan Del Enzina), Sevilha (Auditório do Conservatório Cristóbal de Morales), na comemoração dos 10 anos dos cursos de música antiga da ESMAE-Porto (Igreja de São José de Taipas, Porto), no Palácio Nacional de Queluz (Portugal) e na Igreja do Menino Deus (Lisboa), onde gravou o seu terceiro cd, intitulado Dramma.

Próximos concertos da OBA incluem Campos do Jordão (26.6), São Paulo (28.6), Bauru (30.6), Ribeirão Preto (1.7), Tatuí (3.7), Campinas (4.7), Rio Claro (5.7), Londrina (7.7) e Curitiba (8.7).

OBA se envolve frequentes em projetos operísticos e de balé, como a esréia brasileira contemporânea de Guerras do Alecrim e Mangerona, de Antonio Teixeira (1707-1774) em 2010, Les Indes Galantes, de Jean Ph. Rameau (1683-1764), em 2013, a recriação contemporânea de Os Pastores do Amazonas, de Bento Aranha (1769-1811), em 2014 e Entre Danças e Contradanças (Rameau, Telemann), em 2015.

MARCELO DE JESUS, Diretor Artístico, Regente Titular

Violinos:

Alexandra Tcherkezova, Benício Barros, Denitsa Marinova, Elena Koynova (Líder), Fernando Lima, Giovanny Conte, Irina Glibka, Nikolay Mutafchiev, Onel Zorrila, Svetlana Kozlova.

Violas:

Alex Teixeira, Diemerson Sena, Gabriel Lima, Vladimir Rusev.

Violoncelos:

Anton Minenkov, Griblas Lizama, Anna Samokish, Eliziel dos Santos.

Contrabaixo:

Bento Alessandro Soares, Roger Silva Vargas.

Secretária:

Ana Alice Araújo.